Por: Assessoria de imprensa da Vereadora

O Gabinete da vereadora Diane da Vitória dos Bichos destacou o ato “Vozes que não se calam”, realizado em parceria com o Poder Judiciário, no mês de março, período alusivo às mulheres.

No Parque Mutuca, 17 cruzes simbolizaram as vítimas de feminicídio registradas na comarca nos últimos três anos. Velas acesas e balões brancos marcaram o momento, que reuniu autoridades e a comunidade em um ato de memória e mobilização pelo fim da violência contra a mulher.

A ação integrou a Semana Justiça pela Paz em Casa, dentro das atividades do Dia Internacional da Mulher (8/3), com a participação de cerca de 100 pessoas. Durante a cerimônia, houve acendimento de velas, minuto de silêncio e soltura de balões, simbolizando respeito, conscientização e esperança.

Memória e reflexão

Segundo o juiz titular da Vara Especializada, Jossanner Nery Nogueira Luna, o movimento busca sensibilizar a sociedade. “Essas 17 cruzes representam vidas que não podem ser esquecidas”, destacou.

Compromisso e atuação

A mobilização reuniu instituições que integram a rede de proteção às mulheres em Gurupi, entre elas a Secretaria Municipal da Mulher, Ministério Público, Defensoria Pública, Polícia Militar, Patrulha Maria da Penha, Delegacia da Mulher, Corpo de Bombeiros Militar e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), além de integrantes do Poder Judiciário e representantes da sociedade civil.

As cruzes permaneceram durante todo o mês de março no Parque Mutuca, próximas ao Banco Vermelho, como um memorial de reflexão sobre a violência de gênero e um alerta permanente para que tragédias como essas não se repitam.

A Vereadora Diane reforçou que a defesa das mulheres é uma das pautas prioritárias de seu mandato, destacando a necessidade de ações concretas e permanentes.

“Não podemos permitir que essas histórias se repitam. Cada cruz representa uma vida, e cada vida exige de nós responsabilidade e ação”, afirmou.

Ela também destacou o papel do poder público e da sociedade na construção de um ambiente seguro para as mulheres:

“Nosso mandato seguirá atuando junto à rede de proteção para fortalecer políticas públicas eficazes. Precisamos garantir que as mulheres vivam sem medo, com dignidade e respeito”, completou.

O ato reforça que o enfrentamento à violência contra a mulher exige atuação integrada entre poder público e sociedade, especialmente em um mês que simboliza a luta histórica por direitos, respeito e igualdade. Mais do que um momento simbólico, a mobilização deixa um recado claro: as vozes das vítimas não serão silenciadas.